13 de março de 2017

As mulheres de Divindade Artificial

Nada como encerrar a série de homenagens às mulheres do SI&F falando sobre aquelas que passam boa parte do tempo comigo (ao menos, na minha cabeça e na tela do computador): as personagens femininas de Divindade Artificial.

As mulheres de Divindade Artificial: Illana, Madeline, Njara e Ramaddeshia

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O livro tem várias personagens femininas, entre protagonistas e secundárias, e abaixo você pode conhecer um pouco de algumas delas. Os desenhos foram todos feitos por mim, e, embora não tenham ficado exatamente do jeito que eu esperava, mostram as personagens mais ou menos como eu as imagin

Ramaddeshia

Ramaddeshia é a protagonista. É filha do rei de Matrixion e possível herdeira do trono, mas seu coração está na área da tecnologia. Ela ama tecnologia (especialmente computadores), e sua meta de vida é melhorá-la cada vez mais, pois acredita que assim a vida das pessoas ficaria cada vez melhor. Mas ela também acredita que os fins justificam os meios, então é capaz de abrir mão de certos valores sobre certo ou errado para alcançar seus objetivos.


Em Divindade Artificial, ela está para apresentar ao mundo seu maior projeto até então: a Rede, que irá conectar todos os computadores do mundo e permitir o compartilhamento de informações. Mas vai descobrir que seu invento pode ser usado para coisas muito maiores — e piores — do que isso.

Na última edição da newsletter, que saiu domingo passado, eu falei um pouco sobre a minha história com Ramaddeshia, desde as primeiras linhas que escrevi sobre ela, alguns anos atrás. Se quiser ler mais sobre ela, só acessar o arquivo. Aproveite também para assinar e receber as próximas edições em seu e-mail:


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Illana Inaux


Illana é dona da maior fabricante de carros de Matrixion, a Inaux. Ela é descendente da fundadora, Armanda Inaux (que por sua vez é protagonista de A Cidade do Futuro).

Assim como Ramaddeshia, Illana também adora tecnologia, e também acredita que ela pode melhorar o mundo. No entanto, Illana é bem mais sensata que Ramaddeshia, digamos. Em Divindade Artificial, tem um projeto em conjunto com Ramaddeshia: um software que responda a comandos mágicos e mentais, que poderia mudar totalmente a experiência das pessoas com os carros. E ela participa bem mais do que gostaria de tudo o que acontece no livro.

Madeline Lavenix


Madeline Lavenix é a esposa de Illana. Dona da maior rede de farmácias de Matrixion, ajuda Ramaddeshia e Illana no projeto delas, além de ser especialista em decifrar letra de médico. É uma personagem secundária, mas ainda assim vai ter bastante participação na história.

Njara Anaani


Njara nasceu em Maaz, mas mora em Matrixion há muitos anos e trabalha na seção de investigação de crimes mágicos. Ela ama a profissão, e tudo o que mais deseja é provar para si e para os outros que é a mais qualificada para ela.

Em Divindade Artificial, ganha a chance de se provar ao ter de investigar uma série de crimes cometidos por meio de magia. Ninguém tem ideia de quem é o culpado, mesmo depois de sete mortes, e tudo indica que esses crimes são na verdade a preparação para algo maior.

Jainne

Jainne é a administradora de Vaddalukka1, cuja capital (onde se passa a maior parte da história) leva o mesmo nome.

No âmbito pessoal, sofre com a perda da irmã gêmea, que morreu há alguns anos em circunstâncias obscuras. Patrocinou o desenvolvimento do projeto de sua melhor amiga, Zaralyn: a primeira inteligência artificial (ou, como os myhorianos chamam, consciência digital) do mundo.

No âmbito político, sofre pressão devido aos assassinatos que estão acontecendo em Vaddalukka, e acredita que Inatrixial — a inteligência artificial — pode ser a resposta para tudo. Mas tem gente usando Inatrixial para coisas bem piores.

Rarya

Rarya é a filha de Jainne. Como herdeira do posto de administradora, também sofre parte da pressão junto de Jainne. Em Divindade Artificial, seu maior esforço é para resolver as coisas contornando os problemas que sua mãe arranja e buscando equilibrar as demandas contraditórias dela e de Ramaddeshia.

Outras personagens

Obviamente, Divindade Artificial tem várias outras personagens. Como a vilã, sobre a qual não vou falar para não entregar spoilers, e Zaralyn, sobre a qual falei rapidamente (mas ainda não terminei de definir o papel dela dentro da história). E, como o livro está ainda em processo de escrita, novas personagens podem acabar entrando ou saindo. E ainda há Valaryna, protagonista de O que eu faria se tivesse uma máquina do tempo?, que faz algumas participações aqui e ali.



1Vaddalukka, com capital de mesmo nome, é uma província que fica em Matrixion, um país que por sua vez fica em Myhorr. O planeta é muito parecido em tecnologia, aparência e fisiologia com a Terra — ou, ao menos, a versão da Terra dos meus livros, que fica em uma dimensão diferente de Myhorr. Mas ambos os planetas — e também Larran, que é outro bem parecido com a Terra — têm histórias em comum e compartilham tecnologias (inclusive, os myhorianos só têm aviões, geladeiras e micro-ondas porque fomos nós que inventamos, e eles também adoram um bom chocolate). Para transitar entre as dimensões, basta ser um mago e saber abrir portais interdimensionais.

Ou você pode fazer o download gratuito do conto Minha ideia é boa demais para não vir ao mundo e conhecer as ideias de Ramaddeshia para facilitar a transição das pessoas entre os mundos. Para acessar o arquivo do conto, é só fazer um compartilhamento em sua rede social favorita.

Capa do conto Minha ideia é boa demais para não vir ao mundo

Sinopse: Ramaddeshia tem uma ideia brilhante: a máquina de transição interdimensional, que permitiria que mesmo aqueles que não podem usar magia transitassem entre as diversas dimensões, sem depender da boa vontade de um mago. Para isso, ela precisa da ajuda de Laurentis, um mago que fez grandes descobertas no campo da transição interdimensional e abertura de portais. No entanto, Laurentis não está tão disposto a cooperar com o projeto que, na visão de Ramaddeshia, pode mudar o mundo.




Conheça meus livros publicados

Trópicos Fantásticos


Contos de fantasia, terror e ficção científica ambientados no Brasil.

Não-heroína


Uma super-heroína que se tornou uma tirana em um universo de fantasia épica.

O que eu faria se tivesse uma máquina do tempo?


Uma vigarista imortal que tem que lidar com a irmã e com a falta de pizza em uma São Paulo pós apocalíptica.




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